A rede social TikToK pode ser banida, este sábado, nos Estados Unidos da América (EUA). Donald Trump quer que a plataforma chinesa seja vendida a uma empresa norte-americana. Alega risco para a segurança nacional.
O TikTok volta a estar ameaçado em território norte-americano. Este sábado é o prazo-final para a empresa chinesa ByteDance, dona do TikTok, vender a aplicação. Se não o fizer, enfrentará uma proibição nos Estados Unidos.
Donald Trump quer que a plataforma chinesa seja vendida a uma empresa norte-americana. Alega risco para a segurança nacional.
Apesar de haver vários compradores interessados, segundo o Presidente norte-americano, o negócio ainda não está fechado e não é claro se a venda será efetuada a tempo.
Depois de revelar novas tarifas globais, Donald Trump afirmou, esta quinta-feira, que consideraria um acordo para o TikTok em que a China aprovasse a venda em troca do alívio das novas taxas – que são de 54% para todos os produtos chineses importados.
Entretanto, milhares de utilizadores norte-americanos já aderiram a outras plataformas parecidas com o TikTok, como a RedNote, que também é chinesa.
Nesta outra plataforma – cujo nome original chinês é ‘Xiaohongshu’ -, já há utilizadores que tentam aproximar as duas culturas. Yu Bo, utilizador da RedNote e aspirante a influencer, viu uma oportunidade para fazer mais amigos estrangeiros e divulgar a cultura chinesa.
“Vi a notícia de que muitos ‘netizens’ americanos tinham aderido à RedNote. Achei positivo e interessante. Significava que muitos estrangeiros queriam aprender mais sobre a cultura chinesa”, conta Yu Bo.
Com um formato semelhante ao Instagram, a RedNote é uma das redes sociais mais populares na China. Fundada em 2013, permite publicar imagens, vídeos e textos, mas também fazer chamadas e enviar mensagens. Além disso tem uma loja online própria.
Já no início deste ano, quando o TikTok este inativo nos EUA, a aplicação foi vista como “refúgio” por muitos utilizadores norte-americanos, que aderiram à aplicação.
Com SIC